Melhor país para ser mãe

Portugal é o 15º melhor país para se ser mãe.

O relatório anual da Organização Save the Children, mede os níveis de saúde, educação e condições económicas das mulheres e crianças em 165 países. A Noruega ocupa o primeiro lugar e a última posição é ocupada pelo país africano Níger.

O Top 10 dos melhores locais para se ser mãe e criança:

  1. Noruega;
  2. Islândia;
  3. Suécia;
  4. Nova Zelândia;
  5. Dinamarca;
  6. Finlândia;
  7. Austrália;
  8. Bélgica;
  9. Irlanda;
  10. Holanda e Reino Unido.

Os piores são:

  1. Níger;
  2. República Democrática do Congo;
  3. Sudão Sul;
  4. Chade;
  5. Eritreia;
  6. Mali;
  7. Guiné Bissau;
  8. Iémene;
  9. Afeganistão;
  10. Nigéria.

Portugal aparece bem classificado embora na pratica não se reflicta nos níveis de natalidade, com o país a ocupar uma das últimas posições do Mundo. Era interessante analisar a discrepância dos resultados deste índice com a fraca natalidade, o que se pode dever a:

  • Os dados que a Organização fundamentou para o estudo sobre Portugal são falsos;
  • As mães portuguesas e população em geral tem uma má percepção das boas condições que o País parece demonstrar pelo relatório da Save the Children;
  • Existem fatores mais importantes para além dos analisados no estudo que leva as mulheres a optarem por não terem filhos.

Mulheres na chefia em Portugal

Portugal está em 19º relativamente ao número de mulheres em posição de chefia numa lista de 41 países de várias regiões do Mundo.

Na Europa Ocidental os países com maior proporção de mulheres executivas são a Grécia e a Irlanda com 33%, seguidos da Suécia com 30%, Bélgica com 29%, Espanha, Reino Unido e França com 28% de representação feminina. Seguem-se a Dinamarca e Portugal com 27%, Finlândia, Suíça e Noruega com 25%, Itália com 22%, Áustria com 21%, Alemanha com 20% e por fim Holanda com 19%.

De acordo com os dados a média de executivas na Europa é de 29% em comparação com 71% de homens.

Os sistema de quotas que obriga a representação de um número mínimo de mulheres em cargos de chefia está em vigor em diversos países como a Espanha, Noruega, França, Bélgica e Itália. No Reino Unido o governo prepara-se igualmente para aprovar uma lei que recomenda uma representação mínima de 25% de mulheres nos conselhos executivos das empresas da FTSE 350 (As 250 empresas representadas neste índice da Bolsa de Valores Londrina).

O estudo foi conduzido pela consultora Mercer ao analisar os dados de 264.000 gestores seniores e executivos de 5.321 companhias em 41 países. 

Do estudo pode pensar-se que afinal os países do norte da Europa não correspondem à fama de serem igualitários na distribuição dos cargos pois a Holanda, Noruega e Finlândia aparecem mal posicionados. No entanto a explicação deve-se ao facto de que a maior parte das mulheres trabalham apenas em part-time por opção, estes países facultam um forte apoio social a quem se dedicar à maternidade, em muitos deles ter mais do que 2 filhos equivale a receber um salário por completo estando em casa.

Somos os segundos da bancarrota

Somos os segundos mais perto da bancarrota.

Quando soaram as 12 badaladas do último dia de 2011 os portugueses eram os segundos com mais esperança de entraram na falência. Os dados são divulgados pela CMA - Credit Market Analysis, um dos líderes mundiais em dados independentes dos mercados fora do balcão, ou seja os mercados de acções, obrigações, títulos e valores que não passam pelas Bolsas de Valores.

Portugal entrou assim em 2012 como o 2º país numa lista de 10 com a maior probabilidade de incumprimento. No topo aparecem os Gregos, e no extremo oposto surge a Noruega, como o país com menor risco de entrar em bancarrota, seguida dos Estados Unidos que embora tenham uma dívida colossal continuam a merecer a confiança dos mercados.

Sendo Portugal o 3º País mais pobre da zona euro é de esperar que a perspectiva de pagamento da sua divida não seja famosa.

Menos democracia em Portugal

Portugal em 2011 tornou-se num País com menos democracia.

O índice de democracia é elaborado anualmente pela EIU - Economist Intellingence Unit em 167 países e baseado em 60 indicadores agrupados em 5 categorias:

  • Processo eleitoral e pluralismo;
  • Direitos civis;
  • Participação política;
  • Cultura política;
  • Direitos governamentais.

De acordo com a classificação que varia de 0 a 10 atribuída aos indicadores os países são agrupados numa das seguintes categorias:

  • Plena democracia (pontuação de 8 a 10);
  • Democracia com falhas (pontuação de 6 a 7.9);
  • Regime híbrido (pontuação de 4 a 5.9);
  • Regime totalitário (pontuação menor do que 4).

Portugal têm uma pontuação de 7.81, ficou classificado em 27º lugar e considerado uma democracia com falhas, perdeu uma posição relativamente a 2010.

Os países considerados em plena democracia são:

  1. Noruega;
  2. Islândia;
  3. Dinamarca;
  4. Suécia;
  5. Nova Zelândia;
  6. Austrália;
  7. Suíça;
  8. Canadá;
  9. Finlândia;
  10. Holanda;
  11. Luxemburgo;
  12. Irlanda;
  13. Áustria;
  14. Alemanha;
  15. Malta;
  16. República Checa;
  17. Uruguai;
  18. Reino Unido;
  19. Estados Unidos;
  20. Costa Rica;
  21. Japão;
  22. Coreia do Sul;
  23. Bélgica;
  24. Maurícias;
  25. Espanha.

Os países de língua portuguesa e respectiva classificação geral:

  • 26º Cabo Verde;
  • 27º Portugal;
  • 45º Brasil;
  • 100º Moçambique;
  • 133º Angola;
  • 157º Guiné Bissau.

A lista é dominada pelos países nórdicos, esta igualdade democrática parece espelhar-se noutros factores como na felicidade, na igualdade e no nível de vida, factores estes liderados igualmente pelos países do norte da Europa.

Portugal parece estar a perder a sua democracia conquistada arduamente no 25 de Abril, a isso não deve ser indiferente o estado caótico da Justiça.

Portugal 3º país mais pobre

Segundo os dados de 2010 Portugal é o 3º país mais pobre da zona euro.

Esta posição surge comparando o PIB per capita medido em paridades de poder de compra (PPC), o que decifrando quer dizer que cada português ganha virtualmente um valor que se obtém a partir da riqueza que o país cria num ano dividida pelo total dos seus habitantes, depois de eliminadas as diferenças de preços entre os países que entram na comparação.

Os dados foram divulgados pelo INE - Instituto Nacional de Estatística Português, a partir dos indicadores compilados e trabalhados pelo Eurostat.

O PIB per capita encontra-se a 80% da média da União Europeia a 27.

No topo da lista da Europa encontram-se:

  • Luxemburgo com 271,5;
  • Noruega com 180.9;
  • Suíça com 147;
  • Holanda com 132,9.

No fim da lista estão:

  • Macedónia com 35,7;
  • Sérvia com 34,5;
  • Bósnia-Herzegovina com 30,6;
  • Albânia com 28.

Com a recessão em 2011 e a queda inevitável do PIB - Produto Interno Bruto em contraste com a subida em quase a totalidade dos países europeus é espectável que os portugueses fiquem mais pobres descendo de 80% para cerca de 78%.

País de Médicos

Portugal tem das taxas mais elevadas de médicos em todo o Mundo.

Descodificando o relatório da OCDE - Health Care Resources verificamos que temos uma média de 3.8 médicos por cada 1000 habitantes.

À nossa frente temos apenas a Grécia com 6.1, a Áustria com 4.68, Rússia com 4.3 e Noruega com 4. Estamos classificados em 5º lugar neste relatório cujos últimos dados se referem ao ano de 2009. Fomos ainda um dos países que mais cresceu em número de licenciados a exercer medicina com um crescimento de 1.9%.

Com a percepção que cada vez que precisamos de recorrer a estes profissionais de saúde parece que estão em falta, aqui fica a explicação:

  • A baixa produtividade nacional também está presenta no sector da saúde e a eficiência está longe de ser perfeita, o que num país organizado leva 30 minutos a fazer em Portugal demora-se 40 minutos;
  • Os portugueses nasceram para estar doentes, a frase é do escritor Eça de Queiroz. O grande afluxo de pessoas aos serviços de saúde provoca a ruptura dos mesmos fazendo com que se necessite de mais profissionais.

Portugal é estatisticamente um país de médicos, mas estes parecem não chegar para as encomendas.

Vírus informatico em Portugal

Portugal sobe ao 20º lugar no ranking dos vírus informaticos.

Os dados elaborados pela Panda Security refere-se ao terceiro trimestre deste ano e os dados mostram um ligeiro aumento e confirmam a liderança da China (62,6%), seguindo-se Taiwan (53,75%) e Turquia (50,6%), todos acima da média de 43,10% dos computadores infectados. O gráfico mostra os 20 países com maiores níveis de infecção nos últimos nove meses do ano, com Portugal precisamente em 20º lugar (34,92%), subindo da 24ª posição verificada no final de Setembro (30,26%).

No fim da lista, a Suécia mantém-se como o país menos infectado (23,35%), seguindo-se a Suiça (28,9%), a Noruega (29,67%) e a Alemanha (30,88%).

Quanto às causas, os Trojans continuam a representar a maioria das novas ameaças (73,47%), seguidos pelos vírus e worms. A categoria “Others” inclui dialers, hacking tools, jokes, PUPs, riscos de segurança e tracking cookies.

Atenção portugueses usem anti-vírus para não continuarmos a subir na tabela.

Igualdade entre os sexos

Portugal está com menos igualdade entre os sexos em 2011.

Segundo o World Economic Forum, Portugal está na 35ª posição tendo descido 3 posições, estando anteriormente no 32º lugar no que se refere à desigualdade entre os sexos masculino e feminino em áreas como a economia, politica, saúde e educação.

Os lugares cimeiros estão ocupados por países nórdicos, estado a Islândia em primeiro lugar, seguida da Noruega, Finlândia e Suécia. O primeiro país fora da Europa é a Nova Zelândia no sexto lugar, as Filipinas na Ásia no 8º lugar, Lesoto em África na nona posição. Quanto ao continente americano o líder são os Estados Unidos na 17ª posição seguidos do Canadá em 18º.